Antes de continuar: você já tem uma planta?
Se você já tem um projeto pronto, feito em alvenaria convencional, esta não é a página certa. O serviço para o seu caso é a Conversão Eco-Smart, que adapta o projeto que você já pagou ao sistema modular sem descartá-lo.
Esta página é para quem ainda vai desenhar. É a situação mais confortável possível — porque projetar dentro da modulação desde a primeira linha é a única forma de extrair tudo o que o sistema oferece.
projetar dentro da malhA
O tijolo modular tem dimensões fixas e exatas. Isso cria uma malha invisível: um reticulado em que cada parede, cada vão de porta, cada janela e cada pé-direito são múltiplos da peça.
Um projeto convencional ignora essa malha. O resultado aparece no canteiro: paredes que terminam em meio tijolo, peças cortadas na serra, entulho no chão e emendas que precisam ser escondidas com reboco.
Um projeto modular parte da malha. Cada dimensão do desenho já é fechada em número inteiro de tijolos. Nada é cortado porque nada precisa ser cortado.
Essa é a diferença entre usar tijolo modular e projetar em tijolo modular. A maior parte das obras faz a primeira coisa e acha que fez a segunda.
As instalações entram no desenho, não na marreta
Os furos verticais do tijolo modular atravessam a parede de ponta a ponta e recebem fiação elétrica e tubulação hidráulica. Isso muda a ordem das coisas.
Na obra convencional, a parede sobe, o eletricista chega depois e abre rasgos na alvenaria para passar conduítes. Depois vem o remendo, depois o reboco. É trabalho refeito, e é entulho.
No projeto modular, os pontos de instalação são definidos junto com o desenho da parede. Quando a alvenaria sobe, os caminhos já existem.
Esse ganho só é total quando o projeto é feito assim desde o início — mais um motivo pelo qual projetar do zero rende mais que adaptar.
Como o projeto nasce: as cinco etapas
1. Conversa inicial Terreno, programa de necessidades, orçamento pretendido, prazo e referências estéticas. É aqui que definimos se o sistema modular atende o que você quer, com honestidade.
2. Estudo preliminar Primeira volumetria e implantação, já ajustadas à malha do tijolo. Você vê a casa nascer com a modulação embutida, não aplicada depois.
3. Anteprojeto Plantas, cortes e fachadas definidos. Aqui entram as decisões sobre o que fica em tijolo aparente e o que recebe outro acabamento.
4. Projeto executivo O detalhamento que vai para o canteiro: paginação de paredes tijolo a tijolo, pontos de instalação, esquadrias e quantitativos.
5. Quantitativo de material Lista fechada de peças por tipo. Como não há corte, o quantitativo do projeto é o pedido de compra.
A paginação de parede: o entregável que quase ninguém faz
Um projeto executivo comum indica onde a parede fica e qual a espessura. Um projeto modular vai além: desenha a parede fiada por fiada, indicando a posição de cada peça, cada canaleta e cada furo de instalação.
Esse desenho é o que permite que o assentador trabalhe sem improvisar e o que garante que a face aparente tenha um padrão de juntas intencional — e não o resultado aleatório de quem começou a assentar por uma ponta qualquer.
Em tijolo aparente, a paginação não é detalhe técnico. É acabamento.
Vamos desenhar sua casa na medida do tijolo
Uma primeira conversa sobre terreno, programa e orçamento — sem compromisso.